Wyck Godfrey fala sobre a produção de Amanhecer

PhotobucketLua-de-mel ardente no Brasil tropical.

A gravidez mais horripilante desde que Rosemary deu a luz à sua criança demônio.

A ameaça de um massacre vampírico em escala nuclear.

Não é surpresa que a versão cinematográfica de Amanhecer vá sair em duas partes — a primeira chega aos cinemas em 18 de Novembro. (A segunda é para 16 de Novembro de 2012.)

O final da franquia de filmes que começou em 2008 e arrecadou cerca de 1.8 bilhões de dólares no mundo todo é verdadeiramente a mãe de todos os Crepúsculos, cheio de acontecimentos, baseado no grande quarto volume do fenômeno literário de Stephenie Meyer.

Até os Twi-hards mais fanáticos têm estado nervosos quanto à como algumas coisas do romance de 754 páginas (a versão em inglês) seriam traduzidas para a tela, como o resultado do casamento misto do lisonjeiro sanguessuga Edward Cullen e a amada humana Bella (interpretados por Robert Pattinson e Kristen Stewart) leva ao desacordo com os Volturi, que agem como a realeza dos vampiros, e os lobisomens da tribo Quileute.

Mas não tema, diz o produtor Wyck Godfrey.

Falando do set em Baton Rouge, onde os dois volumes de Amanhecer estão sendo filmados simultaneamente, Wyck respondeu à algumas das prerguntas mais insistentes dos fiéis de Crepúsculo.

Pergunta: Onde a história se divide ao meio?

Wyck Godfrey: “Nós basicamente queremos conduzir o público pela parte emocional da jornada da Bella, enquanto ela se torna vampira. A primeira parte vai cobrir o casamento, a lua de mel e o nascimento.” O filme acaba logo antes de ela embargar na sua transformação sobrenatural.

P: O livro tem três segmentos, dois dos quais são apresentados no ponto de vista de Bella, e um intermediário, que é dedicado à perspectiva de seu lobisomem rejeitado, Jacob (Taylor Lautner). Como isso é lidado?

WG: “A história vai se quebrar dela e seguir Jacob pelo filme enquanto ele luta com seu próprio dilema. Tem um sentido de que, enquanto Bella e os Cullens (o clã de vampiros de Edward) lidam com a gravidez dela, o mundo ainda está virando para Jacob.”

P: Porque Bill Condon, o diretor vencedor de Oscars, mais conhecido por seus musicais como roteirista de Chicago em 2002, e diretor de Dreamgirls de 2006 foi escolhido como o diretor final?

WG: “Esses filmes tem as coisas mais difíceis de um ponto de vista de performance. Com o seu histórico de direção, eu não consigo pensar em ninguém que poderia ser melhor em trazer para fora o melhor em um ator.” Além disso, o diretor, que fez a sequencia de 1995, de Candyman, é um aficionado por coisas assustadora. “Ele tem um apetite pelo gênero e uma paixão pelos filmes e livros de Crepúsculo.”

P: Considerando o que acontece durante o processo torturoso de nascimento, como pode ser classificado em PG-13 (maiores de 13 anos)?

WG: Com o núcleo de fãs de menos de 18 anos, de Crepúsculo, “seria um crime contra o nosso público fazer um filme R-rated (maior de 18 anos).” Entretanto, “esse é baseado em um livro muito mais maduro. Nós precisamos pregredir e sermos mais sofisticados.”

Um compromisso: Ter o nascimento sangrento, de quebrar-ossos, visto somente através dos olhos de Bella. “Ela está olhando através da ‘névoa’, experienciando dor e tudo correndo em volta dela. Nós só vemos o que ela vê.”

P: Como é retratada a tão esperada consumação do amor de Edward e Bella?

WG: Mesmo que seu relacionamento físico vá muito além do que é mostrado nos três primeiros filmes, “ele não se torna um pornô suave. É uma parte legítima e importante do filme, romântica e sensual.”

P: No fim de Amanhecer, cerca de 70 vampiros mais ou menos, de todo o mundo, se reúnem com os Cullen e seus aliados, além do wolfpack de Jacob. Como você pode manter as duas porções da narrativa igualmente convincentes?

WG: Na segunda metade é mais um filme ação, em termos de escadas de vida e morte. “Mas os momentos domésticos do primeiro filme possuem um soco emocional. “Tem a angústia da tensão do recém-casado que ocorre, que é relacionável até em um filme de fantasia. Casamento não é bem a experiência que eles acharam que era.”

P: Tem alguma chance de Condon se esgueirar em um número musical?

WG: Deve haver uma dança tradicional no casamento. Mas não espere nada como de repente o wolfpack uivar uma melodia ou fazer um sapateado.

Entretando, enquanto Godfrey brinca, “Nós só tivemos toda uma fila de atores andando em direção à câmera. Nós poderíamos fazê-los praticar um coro com vampiros festejando.

Fonte: USAtoday
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